Estadão Manchete

Mídia: Onde é o fundo do poço?

Vejo muitas manchetes, tenho lido poucas fontes. A mídia digital, mas especificamente os portais abertos ou semi-abertos, tem se notabilizando por querer ser mais rápida que o rádio e acaba dando com os burros n’água.

Começa a irritar os erros de manchetes, os erros de textos e a manipulações despudoradas feitas com leitores.

Na maioria dos casos, os leitores nem percebem a manipulação, ocasionalmente, sai algum erramos no rodapé de alguma página interna ou semanas depois de publicada a notícia.ou versão. Há muito tempo deixaram de existir os jornalistas, parece que a exigência de diploma e regulamentação da profissão de jornalista rebaixou a classificação da qualidade e colocou questões éticas dentro de um cofre. O que eram chamados de focas e barrigas agora passaram a fazer parte do editorial.

Tinha o hábito de comprar Manuais de Redação de grandes jornais para entender o que estava escrito naqueles textos. Algum profissional teria me orientado que ler aqueles manuais seria bom pra mim, até para aprimorar o espírito crítico da leitura. Concordo com ele. Aprendi muito e melhorou a minha própria escrita.

Atualmente estou diminuindo minha crítica pois Manuais de Redação deixaram de existir, e não são aplicáveis à WEB pois o mundo digital virou terra sem lei da mídia.

“Após viajar pelo Brasil, tocha passa por São Paulo”

Assim como uma amiga, fiquei intrigado com uma manchete do Estadão neste domingo. Será que estou intolerante além da conta? Será que os focas perderam o pudor? Será que os editores de manchete são focas ou não trabalha aos domingos?

Pensei muito e resolvi publicar este post. Não estou mais intolerante, mas gostaria de saber se a visão que tive desta manchete é a mesma da maioria ou a maioria é paulista e está com os responsáveis pela manchete. Lembrem-se que não estou falando da Gazeta de Sicupira comandada por Odorico Paraguaçu, mas que tem tudo a ver, não duvido.

Ou São Paulo não é mais Brasil? Se for assim, alguns escândalos e corrupção a menos.

P.S. Isto tudo dentro de espírito olímpico e da “volta ao mundo” que a tocha dá.

Reprodução: Estadão OnLine

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