Secos & Molhados

Uma blitz assassina de secos e molhados

Iniciando posts com um novo tema, de um assunto que gosto muito. Daqueles assuntos que eu adoro e não tenho fundamento nenhum autoral. A música. Sou muito ruim de música. Sou eclético, gosto de quase todos os gêneros ( há limites), não sou fanático por nenhum gênero (reconheço que se o gênero incluir algum “bate-estaca”, riff de guitarra, solo de bateria terá minha atenção redobrada). Tentei aprender a tocar vários instrumentos, inutilmente.

Vou falar de coisas que aqueles que tem menos de 20 anos não terão noção nenhuma. Tirem a rede social dos menores de idade (ou então perguntem para seus pais). Coincidentemente, IMO, de 20 anos pra cá, não consegui identificar nenhum fenômeno como os que vou citar neste post. Nem com a ajuda de Faustões, Gugus, Voices tupiniquins e assemelhados.

Quem foi melhor?

Quem foi melhor, Secos e Molhados, Blitz ou Mamonas Assassinas?

Secos e Molhados – Criada em 1971. Auge até 1974 (2a fase, com Ney Matogrosso). Teoricamente ainda existe e teve atividades fonográficas entre 1978 e 1980, voltou em 1999 com disco em 2000. “O Vira” e “Rosa de Hiroshima”.

Blitz – Criada em 1980, existe até hoje. Auge entre 1980 e 1984. Reúne-se ocasionalmente, ainda liderada por Evandro Mesquita. “Você não soube me amar” e “A dois passos do paraíso”.

Mamonas Assassinas – Criada em 1995. Extinta em 1996 com falecimento dos integrantes em acidente de avião. Recordistas mundiais com um só disco. Ponte Aérea, depois Utopia até terminar no LSD. “Robocop Gay” e ” Pelados em Santos”.

20 anos

De vinte anos pra cá, nada de interessante (tá Teló e Anitta não se encaixam !!!). Aí vamos para a abertura da olimpíada e teremos Anitta ? Terrível ! Terrível !Terrível !  diria o ex-narrador de futebol em atividade.

Eu não sou xiita que adora a igreja do “sertanejo”, “axé”, “heavy metal” e excomunga aqueles que não são da sua “igrejinha”. Ouço tudo. Claro que não gosto de todos os gêneros, ouço todos e separo porcarias das coisas audíveis. Alguns gêneros chegam a merecer que eu ouça a música mais de um vez.

Para entrar na minha playlist, não pode ser hit da rádio alvorada. Aliás,alguns hits da referida rádio viraram cult, passaram a fazer parte da minha playlist. Dias atrás atribui uma tarefa de fazer as “100 mais” (meus filhos torram a paciência pois eu tinha fita cassete com “10 mais”, CD com “10 mais”, pendrive com “10 mais” e,em todas viagens, só tocavam as minhas “10 mais”. O projeto das “100 mais” não saiu do papel. Parei na escolha de qual a melhor dos “Secos e Molhados”, da “Blitz” e dos “Mamonas Assassinas”. Impossível só 100 (nacionais) – tive que separar das internacionais, e suspeito que vou ter que ter 100 mais por gênero (embora alguns gêneros não alcancem dois ou três versões medianas.

Enquanto discutimos quem foi melhor, e não chegaremos a lugar nenhum tá impossível aparecer alguma coisa boa, inovadora, revolucionária.

Curiosidades

  1. A música mais gravada do mundo é “Louie Louie”, de Richard Berry. Gravada desde The Kingsmen até Motorhead;
  2.  A música “La Vie en Rose” de Edith Piaf é das que mais teve intérpretes no mundo. Passando por Grace Jones (a minha preferida), Louis Armstrong, Cindy Lauper, Trio Esperança e tantos outros.
  3. O tema mais polêmico sobre música é qual foi a mais tocada no planeta. Dizem que é “Yesterday” dos Beatles. Em segundo seria “Garota de Ipanema”. Só controvérsias.

Imagem: Reprodução Capa disco Secos e Molhados.

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