Caça Drones

Na captura dos drones (2) – O raio da morte

Será que toda tecnologia é isenta como dizem? Tecnologias que inserem em nossa sociedade hábitos não usuais ou que não existiam são isentas? Esta é a defesa feita, por exemplo, para o caso da bomba atômica. quem a criou e quem a desenvolveu imaginava que o uso maléfico não faria parte do contexto? Será que alguém que cria uma tecnologia imagina que ficará sob controle dele para sempre? Tá cheio de país por aí que pega uma tecnologia ou uma ideia e a transforma para ganhar dinheiro (às vezes muito!) e para usá-la como quer e não como seus idealizadores imaginaram. Tem nada de tecnologia imparcial.

Drones

A história é a seguinte, enquanto os VANTs era de uso militar ou específico, enquanto significavam uma tecnologia cara, tá limpo e liberado. O custo foi no chão, a “profissão” de piloto de drone virou opção de trabalho “tecnologicamente avançado” e os amadores tiveram acesso a tudo. Começou a guerra. Governos querendo regulamentar, povão querendo deixar correr solto.

No começo deste blog, publiquei post sobre países que treinam águias para caçar drones ( Na captura dos drones ) em que começavam a surgir os opositores da tecnologia. Agora a coisa tá ficando esquisita.

Raio mortal

Um empresário americano, Rick Sondag, disse: “Se eu consigo ver um drone, consigo matá-lo.”. Por que? Porque ele criou um produto, apelidado de “raio da morte”, o AUDS (anti-UAV Defence System) que utiliza alta tecnologia para derrubar VANTs num raio de dez quilômetros. Muito legal…

No tiro

No estado do Colorado, algumas cidades liberaram geral a “caça aos drones”, no tiro.

Cidadãos estão liberados para atirar em qualquer drone que eles suspeitem que esteja invadindo a privacidade d alguém. Sabe aquela história de utilidade de drones entregando remédios, livros, pizzas? Fail !

No Brasil

Aqui em terras tupiniquins, os drones ainda estão engatinhando na sua utilidade, geralmente para fotografias e filmagens mais abrangentes, num trabalho amplo e legal, mas os “caçadores” estão na frente.

A Agencia Nacional de Aviação Civil (Anac) vem regulamentando timidamente o assunto, mas pesquisadores brasileiros criaram um mecanismo de captura um drone… Imaginem a situação. Um drone sobrevoando uma multidão de pessoas, ele pesa uns 25 kg. Aí é lançada uma rede nele e ele, imobilizado cai.

Bom, prevejo que este assunto ainda vai fazer parte do noticiário mundano, ainda não sei em qual editoria. Esportes? Polícia? Cotidiano? Tecnologia?

Imagem: Reprodução Internet