Manipulação de Massas

Rábulas, lojões, isentões e diversionismo

Alguns anos atrás, quando morava em Brasília, estive muito próximo de algumas coisas que eu não tinha noção de como funcionavam. Estava no auge de seu mandato o mineiro Arruda. Ganhou a eleição de barbada. Juntou-se a gente rica e poderosa, e todos atuavam em instâncias organizacionais paralelas aos partidos. Aliás, no Brasil, partido é detalhe, brasileiro gosta mesmo é de se locupletar, desde Ruy Barbosa e as capitanias hereditárias.

Rábulas

O Brasil virou uma república de rábulas. Muitos deles concursados, sabe-se lá em quais condições e com quais privilégios. Muitos deles não conseguiram nem passar no exame da Ordem e passaram em concursos de elevadíssimo grau de competição. Recentemente, vários policiais foram presos em operação que comprovou a participação de políciais e políticos em fraudes de concursos. Corre à boca pequena que muitos políticos compram vagas de concurseiros em tribunais de conta e no judiciário para, “quando precisar, te procuro”. Um post sobre rábulas concursados, especialmente estes jovens que abusam de powerpoint motivacional, está no prelo.

Lojões

No caso de Brasília, do governador Arruda, que era figura importante na sua loja, assim como outras figuras atuais o são em suas respectivas organizações, inclusive o golpisto, houve uma defenestração sumária do ex-governador, assim que algumas gravações foram ao ar. Curioso é que muitos continuam até hoje no poder. E não é citado nenhuma relação destas pessoas pela mídia e suas relações extra-política. Assim como os políticos que se elegeram por conta de igrejas, times de futebol e afins, sou contra misturar as editorias. Engraçado é que muitos comentaristas, misturam quando é conveniente e escondem quando não interessa.

Isentões

Estes são os piores, se vendem e traem por muito menos de 30 dinheiros, aliás, para ser bem moderno, se vendem por centavos de Bitcoins. Apoiam movimentos como MBL e outros menos cotados que receberam dinheiro até par montar bonecos infláveis e patos de borracha, ajudam a eleger vereadores e ficam posando de isentos. Não passam de pulhas oportunistas com seu discurso de pedir “cadeia para todo mundo”.

Diversionismo

Neste momento, a prática preferida de rábulas, está em curso. Não conseguirão que o “gênio da lâmpada” volte para a garrafa e não conseguirão voltar a 2014. O ano de 2016 não acabou. Tem muito mais por aí. As delações dos “irmãos Lulinha” ficaram fora de controle. Tiveram que sair da República de Curitiba que, por inveja do trabalho feito pela PGR, resolveu delatar os pedalinhos (DE NOVO !).

establishment, desde as Capitanias Hereditárias ficou sob risco, e como sempre acontece, criam fatos “novos” como forma de diversionismo. A população que estava começando a entender os riscos e prejuízos das reformas temerosas  se viu na periferia do furacão. E vem mais por aí. Estão fazendo de tudo para manter as reformas e ferrar com o povão, lenta, gradual e fortemente. Não permitirão mudanças nas políticas eleitoral e institucional estabelecidas.

Diretas ou Indiretas

Nem uma e nem outra.Eu não havia visto o discurso do início de 2016 de um deputado federal, a acho que do RJ. Apreciei a coragem dele para fazer previsões políticas e falar da urna comandada pelo TSE. O coitado nunca mais deve ser eleito para nada.

Vou arriscar, na linha do deputado visionário. Rodrigo Maia cai antes do Temer (que já desistiu de paralisar o processo contra ele)… Varrerão todos que tiverem sob suspeita e colocarão um ISENTÃO de carteirinha (sim, alguém deve ter condição), que tenha sido “convencido” , e que conduzirá o país até outubro de 2018, sem eleições (direta ou indireta) e com manutenção do status quo.

O Fla-Flu entre diretas ou indiretas é diversionismo. Enquanto você segue fazendo analogias com futebol e religião, escolhendo se torce para Fla ou Flu, as propagandas sobre os “benefícios” das reformas continuam, a todo vapor. Chegamos a um ponto em que delatores que n]ao ficam presos e recebem dinheiro de volta, são vistos como heróis. O Tiririca deveria ter o mandato retirado. Não foi ele quem se elegeu dizendo que “pior não fica”?

O jogo é bruto, ou como disse o personagem Cap. Nascimento: O sistema é phoda.

Charge: Reprodução Internet

Pedido de Doação

Meu irmão está precisando de doadores de sangue (qualquer tipo e fator), só assim ele, e muitos outros, conseguirão prosseguir com o tratamento e ter esperança numa melhoria e retomada da normalidade.

Carlos Henrique de Oliveira (paciente do Hospital Mater Dei)

Banco de Sangue – Hemoter

O Hemoter recebe doações para pacientes que estão internados em diversos hospitais. A doação pode ser realizada para paciente específico ou voluntário para o banco de sangue.

Telefone: (31) 3295-4584

Horário: 8h às 13h, segunda-feira a sábado (sábado, somente com agendamento prévio pelo telefone).

Endereço: Rua Juiz de Fora, 861, Barro Preto – Belo Horizonte.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.