Geracao Z - Uma Sub-Raça - Hedonismo Ôco

O surgimento de uma sub-raça

História

Quando poderíamos imaginar que a evolução tecnológica provocasse o surgimento de uma sub-raça?

Trabalho com Internet desde o inicio da década de 90, mais precisamente, lá pelos idos de 1992/93, quando iniciamos na empresa em que trabalhava, conexões e provimento de serviços usando Linux (eram 16 disquetes), para não usarmos o Caldera (muito caro) e TCP-IP (o protocolo da Internet que era pago).

Antes de atuar profissionalmente, tinha modem em casa e já participava das chamadas BBS (Bulletin Board System), que era um conjunto de programas de computador, acessíveis através de modem, destinados a funcionar como centro remoto de intercâmbio de mensagens, Programas, arquivos e tudo que fosse digital ou digitalizado. BBS é um sistema tataravô das atuais redes sociais.

Desde aquele momento, concordei com a avaliação de que a Internet era o motor da Revolução do Terceiro Milênio, assim como o arado foi uma revolução e como a máquina a vapor foi para a Revolução Industrial. Não haveria retorno. Não houve retorno. Estamos involuindo, como no Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley, termos uma sub-raça sendo criada. Só uma?

Realidade

Só que eu não previa que a história seria diferente dos meus sonhos. Tolinho que fui, imaginei que, assim como a máquina a vapor serviu para mudar o mundo, a Internet faria o mesmo. Esqueci dos malefícios. Sistemas de governo baseados na exploração do homem e coisas parecidas.

Atualmente, as redes sociais são a explosão revolucionária. Não tem controle. Sociopatas, psicopatas, analfabetos funcionais, analfabetos políticos e toda uma fauna de habitantes do planeta, ganharam o mundo. Não sabem o que fazem com a informação que recebem. Não sabem para onde ir. Basta ter acesso alguma informação e pronto. Viraram especialistas..

Nos últimos dois anos, ou um pouco mais, pudemos presenciar, aqui no Brasil, o surgimento de uma sub-raça de usuários de redes sociais. Tudo bem, é preconceituoso? SIM. Mas se arrumarem outra classificação que não seja sub-raça, adota-lo-ia. São inferiores do ponto de vista sócio-político. Não tenho dúvidas. E não importa a classe econômica a que pertencem e muito menos o grau de instrução. Pior, não tem hereditariedade ou consanguinidade que resolva.

Midiotas ou Sub-Raça?

A coisa é grave.

A força das redes sociais no Brasil começou a dar suas caras naqueles protestos contra o aumento das tarifas de ônibus, que ganharam destaque no Twitter e Facebook. Estudos de grafos mostraram que bastava alguém influente começar um assunto, milhões estariam seguindo. Grandes órgãos da mídia, com muito dinheiro, passaram a pagar por algoritmos melhores. A ilusão de que as conversas estavam mais politizadas no ambiente virtual e redes sociais virou senso comum.

Um amigo costuma classificar esta sub-raça como “miolo de pote”. Infelizmente, me apropriando de uma definição  que capturei no Facebook (não seu a autoria), esta sub-espécie tem massa cinzenta frágil, não tem capacidade pensante, compartilha qualquer coisa que venha de algum “guru de rede social”, Por mais imbecil e estupido que este guru possa ser, e tem sua própria dinâmica, começaram como coxinhas, transformaram-se em trouxinhas, estão passando pela situação de escondidinhos e os mais avançados chegaram no estágio de pamonha “diamante”. A evolução é tão rápida quanto possível pela mudança de versão do Iphone, se sair nova versão semana que vem, ganham novo status.

E a discussão fica ruim pois pregam tribunais de exceção como se soubessem os efeitos deste tipo de deturpação democrática. Pregam o fim de tudo que seus líderes mentais mandam. Estou começando a ficar preocupado. A invasão chegou. Quando fico à mesa ou em ambientes públicos, com pessoas que conheço, e nenhum assunto faz estas pessoas largarem o smartphone, é porque estamos perto do fim. A mídia conseguiu ampliar sua base de autômatos. O Admirável Mundo Novo é aqui e agora. Também chamo de Hedonismo Oco da Geração Z.

 

Charge: Comunicando Gerações

Pedido de Doação

Meu irmão está precisando de doadores de sangue (qualquer tipo e fator). Só assim, ele e muitos outros pacientes que precisam de sangue para transfusão ou de hemoderivados, conseguirão prosseguir com seus tratamentos. E poderão ter a esperança de uma melhoria e retomada da normalidade em suas vidas.

#DoeSangue

Carlos Henrique de Oliveira (paciente do Hospital Mater Dei)

Hemoter – Banco de Sangue

Hemoter recebe doações para pacientes que estão internados em diversos hospitais. A doação pode ser realizada para paciente específico ou voluntário para o banco de sangue.

Horário: 8h às 13h, segunda-feira a sábado (sábado, somente com agendamento prévio pelo telefone).

Endereço: Rua Juiz de Fora, 861, Barro Preto – Belo Horizonte.

Telefone: (31) 3295-4584

 

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