Sobreviver às Críticas

Sobreviver às críticas

Redes Sociais e Sociedade

As redes sociais potencializaram muitas coisas boas. Por outro lado, colocaram em xeque muitos outros comportamentos e posicionamentos que as sociedades e suas respectivas culturas, não aceitavam. Parece contraditório, mas não é. Deu-se voz a quem não tinha, e aí, chefia., vale tudo. Naquele tempo, era fácil sobreviver às críticas.

Se tomarmos como exemplo a mídia. Ou segmentando mais, o rádio. A relação entre quem estava ao microfone e o ouvinte era pra lá de platônica. Trabalhei numa rádio. Havia uma pessoa responsável por receber cartas, impedir assédio de fãs dos “artistas” do rádio, filtrar telefonemas e outros. O ouvinte era tolhido em todo e qualquer comentário. Editores e censores daqueles tempos pariram esta geração de profissionais (???) que Agora manda nas mídias tradicionais e digitais e, consequentemente, acha que manda nas redes sociais.

A mudança

Com as mudanças, sociopatas e psicopatas, antes contidos e seu espaço geográfico, ganharam o mundo. No bojo destes tipos integrantes da nossa sociedade estão mais do que enquadrados segundo a tipologia de Myers-Brigg (desenvolvida durante a Segunda Grande Guerra, a partir das teorias de Carl Jung), estão mais do que atualizadíssimas.

Neste contexto, eu e muitos outros que conheço, sofremos uma espécie de bullying. Somos criticados o tempo inteiro, utilizam sempre da falácia de “envenenar o poço” e não tem o menor constrangimento em usar da falta de argumento para falar da pessoa e não do conteúdo. E fica uma coisa de doido. Basta a gente entrar numa timeline qualquer e discordar, que logo aparecem teleguiados aos montes.

E pior, acusam os críticos de falta de argumento. E se apresentamos algum argumento, mudam o objeto da discussão ou partem para ataques à pessoa. Recentemente, tenho participado de muitos embates desta natureza, alguns extrapolam para a vida real, envolvem pessoas que nem sabem o que rola de tretas nas redes sociais. Ferrou tudo!

Sobreviver às críticas

Eu sou brasileiro, não desisto nunca. Corro atrás da informação e como profissional de SIstemas de Informação e Segurança da Informação, adoto critérios que não são vistos normalmente na maioria das pessoas. Algum tempo atrás, eu avisada os conhecidos quando eles compartilhavam notícias mentirosas, boatos ou fofocas. CANSEI !

Não está sendo fácil. Tenho amigos, que pensam e agiam parecido com o meu comportamento, que desistiram. Outros estão virando uma espécie ermitão digital. Sobreviver às críticas tem sido impossível. Poderia citar até casos de depressão e afastamento. E tem neófito de rede social que ainda acha que tá certo.

Para sobreviver às críticas te que entender e saber o que diz um provérbio atribuído aos Sioux que diz, numa livre tradução, que “Antes de julgar ou criticar alguém, caminhe ao menos três luas com seus próprios sapatos …” Mas até provérbios simples como este não inibem sociopatas, sem argumentos, que te pedem argumentos mas não tem a mínima noção do que dizem ou expressam em redes sociais.

Infelizmente, não basta sobreviver às críticas, estamos sendo obrigados a ver crescer a estupidez e infâmia dos críticos, das barangas fofoqueiras e dos psicopatas. Nossa sociedade ruiu nos princípios básicos. Todos quere ter razão e não tendo, partem para a crítica gratuita, venal, caluniosa.

Vou sobrevivendo. Sem jamais perder a ternura.

 

Imagem: Reprodução Internet

Pedido de Doação

Meu irmão está precisando de doadores de sangue (qualquer tipo e fator). Só assim, ele e muitos outros pacientes que precisam de sangue para transfusão ou de hemoderivados, conseguirão prosseguir com seus tratamentos. E poderão ter a esperança de uma melhoria e retomada da normalidade em suas vidas.

#DoeSangue

Carlos Henrique de Oliveira (paciente do Hospital Mater Dei)

Hemoter – Banco de Sangue

Hemoter recebe doações para pacientes que estão internados em diversos hospitais. A doação pode ser realizada para paciente específico ou voluntário para o banco de sangue.

Horário: 8h às 13h, segunda-feira a sábado (sábado, somente com agendamento prévio pelo telefone).

Endereço: Rua Juiz de Fora, 861, Barro Preto – Belo Horizonte.

Telefone: (31) 3295-4584

 

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