Família Doriana - Família Feliz

Família Doriana – Maldita Propaganda

AVISO

Em primeiro lugar, cumpre-nos avisar que este texto é crítico e que donos de carapuças, se enterradas, devem ter muito cuidado ao reagirem.  Afirmo, sem medo de errar, que a “família doriana” só existe na publicidade e propaganda para enganar incautos e tolos.

Assim sendo, este texto faz muita zoação mas tem mais do que um fundo de verdade.

Família Doriana

Anteriormente, a publicidade e propaganda não eram alvo de criticas e faziam o politicamente incorreto sem o menor constrangimento, consumidores eram brancos, classe média e assemelhados. O resto da patuleia vinha a reboque, aí começaram a expandir a educação para o povão e estes passaram a ter acesso a tudo (ou quase tudo!). Apareceu o politicamente incorreto e, portanto, muitos outros questionamentos.

A propaganda da “família doriana” foi construída sob a égide de um “Brasil Novo”, de “colloridos” e gente estulta que achava que podia derrubar presidentes. Era a propaganda da família feliz, com um farto café da manhã, gente branca, com imagem da família perfeita. Em outras palavras, uma família que não existia e que não sofreu os efeitos do dinheiro tungado por Zélia e Collor.

Recentemente, vimos a repetição deste tipo de família feliz, gente que não pode mais ir à Disney, gente que não consegue mais ter a empregadinha, Enfim, famílias que não aceitam a felicidade de outras famílias que não são representadas na publicidade rancorosa, reacionária, racista e preconceituosa.

Família Feliz

As famílias felizes foram às ruas, dizendo que estavam lutando por algo mais do que os R$ 0,20 ou que estavam preocupados com o preço da gasolina ou a cotação do Dólar. Portanto, a “família doriana” migrou da publicidade na TV e instalou-se nas redes sociais. Estas pessoas “felizes” mudaram o país ao proporcionarem que prefeitos que os representam fossem eleitos. E, como se não bastasse, a “família doriana” está a um passo de eleger um presidente que os representa plenamente.

Em suma, esta família feliz, protagonizada e explicitada na publicidade da “família doriana” non ecxiste, nem no mundo real e nem no mundo das redes sociais. melhor aceitar que dói menos, se você pensa que terá a volta do seu dólar a R$2,80, gasolina a menos de R$3,00, sua empregadinha no quartinho de despejo, viagem para a Disney ou saúde de qualidade, ESQUEÇA !

Família Doriana Oca

No começo deste blog, escrevi sobre “A Geração Hedonismo Oco“, poucas pessoas entenderam e no início deste ano, repeti a imagem ampliando a crítica em a “Sub-Raça e o seu Surgimento“, quem vestiu a carapuça ficou incomodado.

Neste momento, vejo que as pessoas estão corroborando o que escrevi, estamos a um passo de imaginarmos que vivemos num casulo da nossa “família doriana”. Certamente, os relacionamentos de redes sociais nunca foram e nunca serão algum tipo de realidade, não passam de escapismos de gente estulta.

O Fim do Mundo não é como previsto em enciclopédias, Bíblia, Nostradamus, Maias ou Hollywood preconizam, o fim do mundo está em nossas vidas, em cada “família doriana”, fazemos coisas certas e erradas e não conseguimos pensar no próximo, no coletivo.

Até alguns que fazem caridade, a fazem pensando na recompensa que os céus darão ao indivíduo.

Enfim, por estas e por outras, respeito, cada vez mais, doutrinas e filosofias como budismo, induísmo, espiritismo, que são muito além de hedonistas como as redes sociais atuais.

Saia das redes sociais, viva o mundo além de seu mundinho hedonista, “para o seu dia nascer feliz” de verdade.

 

P. S. Esta é uma data muito triste para mim e que não devo esquecer, completo três anos de um grave acidente que sofri e me tronou mais forte.

 

Reprodução: Publicidade Internet

 

Nota do Autor

Reitero, dentre outras, o pedido feito em muitos textos deste blog e presente na página de “Advertências“.

  • Observações, sugestões, indicações de erro e outros, uma vez que tenham o propósito de melhorar o conteúdo, são bem vindas.
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Agradeço a compreensão de todos e compreendo os que acham que escrevo coisas difíceis de entender, é parte do “jogo”.

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