Tecnologias da Informação - Dependência

Tecnologias da Informação – Dependência

Tecnologias da informação

Em primeiro lugar, aceitem que as tecnologias da informação são uma maravilha, a verdadeira revolução global. Desde criança tenho verdadeira atração por elas (revoluções e tecnologias !). Era apaixonado com rádios PX e desmontava equipamentos que apareciam estragados na minha frente. Fui criado com uma enciclopédia de nome “Universo e Humanidade” e, da mesma forma, meu álbum de figurinha o referido chamava-se “História Natural”.

Daí a fazer um curso de eletrônica na antiga Escola Técnica e participar de movimentos estudantis foi um pulo. Era somente questão de chegar a hora de ser aceito e ser um agente de mudanças. Então, desde o momento em que comecei a estudar no atual CEFET-MG, sou verdadeiramente apaixonado pelas tecnologias.

Mas o preço que vejo as pessoas pagando pelas tecnologias da informação e comunicação mostra que tem muita coisa errada. IMNSHO. O uso que esta massa de usuários tem feito das tecnologias é alto preocupante, beirando o aterrorizante.

Estamos caminhando na trilha certa?

Dependência

É impressionante como a vida das “redes sociais” tem se mostrado envolvente e arrebatadora.

Certamente, as “verdades” que não duravam vinte e quatro horas, e a “fama” que durava quinze minutos, agora transformaram-se em verdades de dois minutos e fama de cinco segundos.

Em outras palavras, criamos (eu inclusive) uma dependência tecnológica assustadora. Vejo pessoas que alguns dias, semanas ou meses atrás não gostavam nem de falar de computador, passando dedinhos ágeis sobre telas de smartphones com uma destreza inimaginável. 

Em suma, dependência é uma palavra muito educada, talvez hipócrita, para falar de vício. Vício é algo que está associado a um problema ou anormalidade, comportamental, social, cultural. Bom ou ruim?

Sei lá …

Sinal dos tempos.

(P. S. Talvez a palavra destreza possa parecer rude, e é. Não gosto da hipocrisia das redes sociais).

Regresso

Aí alguém me perguntou neste final de semana, quando declarei minha dificuldades com alguns assuntos relacionados às tecnologias da informação e comunicação: 

– UAI, mas você não está atuando normalmente nas redes sociais e atividades que exigem tecnologia?

A resposta é NÃO, tem pouco mais de um mês que estou atuando precariamente, num esforço adicional para parecer “normal”, seja lá o que isto signifique.

Este mês de agosto tem sido antagônico ao extremo, alegrias e tristezas intensas, não apenas difícil, mas trágico.

Mas, como diz o sambinha, tecnologias da informação, aqui me tens de regresso.

Ainda vai demorar um pouco para voltar à “normalidade”, uma vez que as dificuldades são muitas, e a “dependência” altíssima. Um dos meus filhos, diz que eu tenho alguma dificuldade com tecnologias da informação. E recuperar todas as configurações nas diversas redes e ambientes virtuais não está sendo nada fácil.

Surpreendentemente, vejo pessoas que se dizem conectadas ficarem perdidas com esta dependência e isto virou síndrome, doença, vício.

Tiãzinho

Enfim, o mundo apodreceu e estes perrengues da nossa sociedade ficaram sem sentido, não importam às pessoas, banalizaram nossas vidas.

Como se não bastasse toda esta confusão, neste final de semana perdi um amigo que me ensinou muito. Desde a questão dos movimentos revolucionários e sociais até a explicação e parceria no tema do post “Singularidade, Alienígenas e Minhocas” que publiquei algum tempos atrás.

Vai guerrear noutra dimensão, Sebastião Mendes Filho !

 

Imagem: DobradinhaComics.Com

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