Fyre Festival - Fraude - Documentário

Fyre Festival – Influenciadores em Vertigem

Influenciadores

Em primeiro lugar, é notório como os denominados influenciadores dominaram o mundo. É compreensível que a maioria das pessoas, mesmo as que usam somente as redes sociais “campeãs” (Whatsapp, Twitter, Tik Tok) não aceite esta realidade. Com toda a certeza, os usuários destas redes, em sua maioria, não admitem que são teleguiados e influenciados por estes personagens. O caso Fyre Festival, neste sentido, é lapidar.

E quando influenciadores, de qualquer país, quebram a cara, ainda mais em conjunto, só porque queriam mostrar que são influenciadores que milhões seguem e o exibicionismo impera, a galera vai ao delírio. Nada é mais prazeroso do que ver a cara destes hedonistas ocos diante de seus seguidores (ver Sub-raça e seu surgimento) arrumando desculpas para seus “micos”.

Chamo de influenciadores em vertigem, e a HULU (Disney Group) produziu documentário que deu o nome de Fyre Fraud, que deveria ser Fyre Festival – A Grande Farsa dos Influenciadores.

Fyre Festival

Fyre Festival foi um evento montado por Billy McFarland e o rapper Ja Rule. Provavelmente, queriam que fosse um evento nos moldes dos grandes festivais como o lendário e antigo Woodstock, e os recentes Rock in Rio e Lollapalooza. Certamente só megalomaníacos e golpistas para pensar que cria-se um festival deste tipo, do nada, em menos de um ano.

Os dois golpistas cercaram-se de pompa e circunstância, arregimentaram influencers do mundo inteiro (especialmente EUA e Europa). Surpreendentemente, arrebataram mentes tolas e corações vazios, e se puseram a gastar dinheiro dos trouxas e incautos mesmo que o passado dos dois os desabonassem.

O festival, anunciado para ocorrer numa paradisíaca ilha caribenha (Great Exuma – Bahamas), coincidentemente um paraíso fiscal e de golpistas profissionais, estava fadado a se tornar uma farsa.

Em suma, uma fraude muito bem arquitetada e cuja grandiosidade propagandeada atiçou o desejo dos influencers de seguidores tolos.

Ainda bem que não tenho influenciador de estimação, não me disponho a ser influenciador de ninguém. Conheço muito influenciador bandido, condenado como os que fizeram o Fyre Fraud e o meu desejo é somente que as pessoas se coloquem a PENSAR e discordem de mim, com fundamento.

 

Fyre Festival Fraude

Tenho escrito muito destes textos inspirado em documentários (séries ou filmes) de TV. Este é específico do Fyre Festival e chamado de “Fyre Fraud“, produzido em 2019, assim como Fyre, produzido no mesmo ano, tamanha foi a repercussão no mundo do entretenimento e nas redes sociais.

Certamente, a maioria dos que caíram na “pegadinha” do Fyre Festival não admitiram, alguns que admitiram chegaram a dizer, segundo o documentário Fyre Fraud, que não estavam nas piores condições. É curioso ver como se comportam estes influenciadores mesmo quando, flagrantemente, são colocados em situação vexaminosa e claramente pegos nas mentiras que vivem.

CAOS

Como de hábito, não faço spoiler de filmes e séries, nem documentários, prefiro estes pois saiu tudo na mídia e não viu quem não quis, ou é muito desinformado. Assim sendo, se tem uma coisa que “influencer” não gosta de reconhecer é que é um completo desinformado, beirando a idiotia e imbecilidade.

O caos que reinou em poucos dias na ilha caribenha reproduz-se aos milhares pelo mundo, não somente na área do entretenimento. Enquanto isto, em cada grande cidade, ou num rincão qualquer, candidatos a influenciadores provocam suas confusões locais.

É como disse Umberto Eco.

Umberto Eco – Legiões de Imbecis

Gran Finale

Certas coisas não me assustam como, por exemplo, escreverem que falo mal de influenciadores porque não tenho a quantidade de seguidores que eles possuem. Como escrevo sobre várias áreas temáticas (Política, Futebol, etc) não tenho a mínima pretensão (AINDA !) de ter muitos seguidores. Desse modo, prefiro seguidores inteligentes a teleguiados e autômatos que só sabem passar dedinho sobre as telas sensíveis de seus equipamentos modernos.

Sinto desapontar a patuleia que ladra ou rosna raivosamente quando lê o título de meus textos ( não conseguem ler além de 280 caracteres). Adoro quando algum influenciador incomoda-se com o que escrevo e parte para o ataque pessoal, ou que tenta me mandar calar a boca. Fico feliz quando algum habitante de rede social me chama de babaca, especialmente de for jornalista. Aviso: a profissão de jornalista está em  extinção e substituída por influenciadores semianalfabetos – RSRS ).

Enfim, aceitem que influenciadores em vertigem estão substituindo os tais jornalistas incompetentes e estes até por software que escreve textos além de um parágrafo e 280 caracteres. Continuem pagando para “super chats” em “lives“; continuem curtindo seus influenciadores de estimação; mas não reclamem.

Em outras palavras, estejam aptos a pagar tudo que você escreveram, fotografaram se surgir um #DeuRUIM !

 

 

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