Death 2020 - Netflix

Death 2020, Birth 2021

Death 2020

Em primeiro lugar, que fique bem claro, este texto é sobre o filme “Death 2020“, da Netflix, com personagens no lugar de autoridades,  subcelebridades e gente inútil. Estes personagens reais ganharam vida no “fake documentary”  ou Pseudo-Documentary ( e eu, tolinho,  achando que existia somente fake news). Quase todos os personagens indicados no “documentário” do referido canal de streaming falaram ou fizeram muita merda em 2020. Com tod a a certeza, a maioria dos protagonistas-comédia ganharam dinheiro, são “famosos” e um ano de absurdos como 2020 não poderia passar batido por eles.

Desse modo, e para corroborar o quão insano foi este 2020, o #VAZA2020 não funciona; ele insiste em ficar até o último segundo. Por outro lado, saio da minha zona de conforto das publicações em horário fixo ( não quero arriscar ! ) e programei a publicação para o estertor deste 2020.

Normalidade pós Death 2020

Se fosse possível, eu diria que volto à normalidade no primeiro post de 2021, #SQN pois quem imagina voltar à normalidade não sabe o que é normalidade e não tem noção do que estamos vivenciando.

O documentário feito pelos produtores de Black Mirror – ver “Hino Nacional – Black Mirror” que produzi três anos atrás e revisei logo após a declaração de guerra ao COVID-19 – tem muito mais a ver com a realidade do que com o imaginário ou ficção. Surpreendentemente, Death 2020 provoca na assistência a dúvida. Decerto, muitos telespectadores acreditarão em algumas falas e até se perguntarão porque os atores estão tão diferentes dos personagens reais.

Conteúdo sem Spoiler

A produção é Interessante e aborda a tragédia com muita ironia, a começar pelo “slogan” “Resumo Oficial do Ano mais Histórico da História“. Se eu não tivesse lido sinopses, críticas e “avaliações” de nerds de streaming, eu até pensaria: É SÉRIO !

Como se não bastasse, algumas frases são hilárias, ainda mais proferidas por quem as proferiu, com direito a pontinha “sem fala” do genocida de plantão tupiniquim.

“Death 2020”, “Death to 2020” ou simplesmente “2020 Nunca Mais” (em português do Brasil) merece ser vista, notadamente como passatempo. Por outro lado, serve de orientação de como não devemos nos fiar em tudo que vemos nas redes sociais e muito menos em pseudodocumentários.

Tenho ficado muito sem paciência, especialmente com certos tipos de seguidores de genocidas, com gente antivacina que ficam enviando “documentários” e fake news como se provasse alguma coisa. Esta gente podia é ficar quieta em casa e deixar a vacina para quem quer receber a proteção. E, posteriormente, se quiserem viajar, se precisarem de trabalho, peguem a Cloroquina e Ivermectina, aliada à aplicação de ozônio no furico, e fiquem felizes.

Desse modo, e com a diversidade de pessoas que assistirão ao documentário, antes de comentar com qualquer pessoa sobre o filme, tenho 3 perguntas básicas:

  1. O vírus SARS-CoV-2 é chinês ou estadunidense ?
  2. O planeta Terra é redondo ou plano ?
  3. Você é Cristão ou Evangélico ?

Novo Mundo

Desse modo, respondidas as perguntas sugeridas, podemos conversar sobre o documentário e se vale a pena fazer outras perguntas sobre vacina, vermífugos, quarentenas e proteção.

A situação nos remete a um novo Mundo que, não obrigatoriamente, será melhor que o que vivemos em 2020 e que não terá muitas coisas de normalidade que muitos imaginavam.

Alguns personagens do filme, como se não bastasse,  lembram pessoas da vida real, daquelas que a gente lê comentários todos os dias nas redes sociais. A personagem retratada como “cidadão comum” eu diria que tornou-se maioria nas redes sociais superficiais. Estas redes que só pode escrever 280 caracteres e os seus habitantes nunca conseguem atingir o limite.

Enfim, quer ter em torno de uma hora de relaxamento com o assunto sério, veja Death 2020, e depois podem me xingar à vontade. Se bem que é provável que esta gente insana, inculta, bárbara e rude comece a debater o filme citando governantes e políticos do passado recente como culpados de tudo.

Os produtores de Black Mirror fizeram um bom trabalho com este “Especial” de final de ano, de qualidade superior a alguns episódios da temporada recente daquela série ( #FicaaDICA ).

Feliz 2021 e mantenham-se bem longe desta gente insana que assola as redes sociais !

 

P. S. – Além da pandemia e correlatos, o filme fala dos incêndios, meio ambiente, Black Lives Matter , redes sociais e outras “tragédias” de 2020.

 

Imagem: Reprodução Netflix

Nota do Autor

Reitero, dentre outras, o pedido feito em muitos textos deste blog e presente na página de “Advertências“.

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Agradeço a compreensão de todos e compreendo os que acham que escrevo coisas difíceis de entender, é parte do “jogo”.

 

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