{"id":26836,"date":"2024-02-27T05:47:14","date_gmt":"2024-02-27T08:47:14","guid":{"rendered":"https:\/\/evandrooliveira.pro.br\/wp\/?p=26836"},"modified":"2024-02-27T13:18:34","modified_gmt":"2024-02-27T16:18:34","slug":"entre-sem-bater-nietzsche-a-dura-realidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/evandrooliveira.pro.br\/wp\/2024\/02\/27\/entre-sem-bater-nietzsche-a-dura-realidade\/","title":{"rendered":"Entre sem bater &#8211; Nietzsche &#8211; A Dura Realidade"},"content":{"rendered":"<h3>Entre sem Bater<\/h3>\n<p>Este \u00e9 um texto da s\u00e9rie &#8220;<a href=\"https:\/\/evandrooliveira.pro.br\/wp\/2016\/01\/26\/entre-sem-bater-a-serie-do-torelly\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Entre sem bater<\/strong><\/a>&#8221; ( <strong>\u2190<\/strong> Uma leitura, acima de tudo, &#8220;obrigat\u00f3ria&#8221; ). A cada texto, uma frase, cita\u00e7\u00e3o ou similar, que nos levem a refletir. \u00c9 prov\u00e1vel que muitas destas frases sejam do conhecimento dos leitores, mas deixaremos que cada um se aproprie delas. Quando pegamos uma palavra, como por exemplo, &#8220;<strong>Realidade<\/strong>&#8220;, e vemos os pensamentos de <strong>Nietzsche<\/strong> e outros, a reflex\u00e3o \u00e9 inevit\u00e1vel.<\/p>\n<p>Cada publica\u00e7\u00e3o ter\u00e1 reprodu\u00e7\u00e3o, resumidamente, nas redes sociais <a href=\"https:\/\/br.pinterest.com\/pyxisbr\/entre-sem-bater\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Pinterest<\/strong><\/a>, <strong>Facebook<\/strong>, <strong>Twitter<\/strong>, <strong>Tumblr<\/strong> e, eventualmente, em outras isoladamente. Uma adapta\u00e7\u00e3o textual, com redu\u00e7\u00e3o, pode ter publica\u00e7\u00e3o em sites e outros blogs, como o &#8220;<a href=\"https:\/\/www.recantodasletras.com.br\/autor_textos.php?id=238986\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Recanto das Letras<\/strong><\/a>&#8220;.<\/p>\n<p>As frases com publica\u00e7\u00e3o aqui t\u00eam as mais diversas origens. Com toda a certeza, algumas delas estar\u00e3o com autoria errada e sem autor com defini\u00e7\u00e3o. Assim sendo, contamos com a colabora\u00e7\u00e3o de todos de boa vontade, para indicar as corre\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Na maioria dos casos, s\u00e3o frases provocativas e que, surpreendentemente, nos dizem muito em nosso cotidiano. Quando for uma palavra somente, traremos sua defini\u00e7\u00e3o. Em caso de termos ou express\u00f5es peculiares, oferecemos uma vers\u00e3o particular. Os coment\u00e1rios em todas as <strong>redes sociais<\/strong> podem ter suas respostas em cada rede e\/ou com reprodu\u00e7\u00e3o neste Blog.<\/p>\n<h4>Friedrich Wilhelm Nietzsche<\/h4>\n<p>De acordo com a proposta desta trilha de publica\u00e7\u00f5es, Nietzsche, ser\u00e1 uma das presen\u00e7as mais constantes. Desse modo, temos mais uma frase, quase emblem\u00e1tica, mas que \u00e9 um reflexo do dia que vivemos. N\u00e3o sabemos enfrentar a morte, como os <strong>monstros<sup>(1)<\/sup><\/strong> descritos, anteriormente, por Nietzsche. Outros temas como a <strong>morte<sup>(2)<\/sup><\/strong> s\u00e3o uma fonte inesgot\u00e1vel de reflex\u00f5es que dever\u00edamos fazer diariamente, mas a <strong>realidade<\/strong> \u00e9 outra.<\/p>\n<blockquote><p><b>Friedrich Wilhelm Nietzsche<\/b> (\u00a015 de outubro de 1844 &#8211; 25 de agosto de 1900) <em>foi um fil\u00f3sofo alem\u00e3o,<\/em><em> poeta em prosa, cr\u00edtico cultural, fil\u00f3logo e compositor. Inquestionavelmente, seu trabalho exerceu uma profunda influ\u00eancia na <strong><a title=\"filosofia contemporanea\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Contemporary_philosophy\">Filosofia Contempor\u00e2nea<\/a><\/strong>. Ele come\u00e7ou sua carreira como\u00a0<strong>fil\u00f3logo cl\u00e1ssico<\/strong> antes de se voltar para a filosofia. Tornou-se a pessoa mais jovem a ocupar a cadeira de Filologia Cl\u00e1ssica na <strong>Universidade de Basel<\/strong><strong>em<\/strong>, aos 24 anos. Nietzsche renunciou em 1879 devido a problemas de sa\u00fade que o atormentaram a maior parte de sua vida. Em 1889, aos 44 anos, sofreu um colapso e, posteriormente, perdeu as faculdades mentais, com paralisia e, provavelmente, dem\u00eancia vascular. Desse modo, viveu os anos restantes de sua vida sob os cuidados de sua m\u00e3e, at\u00e9 a morte dela em 1897. Logo ap\u00f3s, sua irm\u00e3 Elisabeth F\u00f6rster-Nietzsche cuidou de suas enfermidades. Nietzsche morreu em 1900, ap\u00f3s sofrer com uma pneumonia<\/em><em>\u00a0e m\u00faltiplos derrames<\/em>.<\/p>\n<p>Fonte: Wikipedia (Ingl\u00eas)<\/p><\/blockquote>\n<h2>A Realidade<\/h2>\n<p>Afinal, o que \u00e9 mesmo a realidade; minha, sua, de qualquer um?<\/p>\n<p>Os fil\u00f3sofos, desde que os pr\u00e9-socr\u00e1ticos come\u00e7aram a pensar no assunto, n\u00e3o conseguiram determinar o que \u00e9, mas souberam dizer o que n\u00e3o \u00e9. Admiro muito os antigos estoicos, pois colocam o dedo na ferida e <strong>todo mundo<sup>(3)<\/sup><\/strong> que faz como os avestruzes passa recibo de tolo.<\/p>\n<p>Assim sendo, acredito piamente que os fil\u00f3sofos, inclusive os modernos como Nietzsche, deveriam ser fonte de inspira\u00e7\u00e3o para experts em <strong>280 caracteres<sup>(*)<\/sup><\/strong>.<\/p>\n<p>A realidade \u00e9 uma<strong> ilus\u00e3o<\/strong> que justifica a opini\u00e3o de qualquer um, contudo, algumas frases filos\u00f3ficas s\u00e3o lapidares, por exemplo:<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;<em>Vivemos no mundo do irreal onde tudo o que vemos \u00e9 somente uma <strong>sombra imperfeita<\/strong> de uma realidade mais perfeita<\/em>.&#8221; <strong><span class=\"author-name\">Plat\u00e3o<\/span><\/strong><\/p>\n<p id=\"MjU1MDcyMA\" class=\"frase fr\">&#8220;<em>Todas as minhas sensa\u00e7\u00f5es podem estar me enganando, como me engano quando <strong>sonho<\/strong> e acredito que o sonho \u00e9 realidade<\/em>.&#8221; <strong><span class=\"author-name\">Ren\u00e9 Descartes<\/span><\/strong><\/p>\n<p id=\"Mjc5NTkzOA\" class=\"frase fr\">&#8220;<em>Sofremos mais em nossa <strong>imagina\u00e7\u00e3o<\/strong> do que na realidade.<\/em>&#8221; <strong><span class=\"author-name\">S\u00eaneca<\/span><\/strong><\/p>\n<p>&#8220;<em>P\u00f5e a tua <strong>intelig\u00eancia<\/strong> em a\u00e7\u00e3o, observa como \u00e9 na realidade a nossa vida, e n\u00e3o o que dizemos ela ser. E verificar\u00e1s que muitos males nos s\u00e3o mais ben\u00e9ficos do que prejudiciais<\/em>.&#8221; <strong><span class=\"author-name\">S\u00eaneca<\/span><\/strong><\/p>\n<p>Fonte: Pensador<\/p><\/blockquote>\n<p>Por isso \u00e9 necess\u00e1rio, sempre e a cada dia mais intensamente, reproduzir estes pensamentos e algumas reflex\u00f5es adicionais nestes <strong>tempos modernos<\/strong>.<\/p>\n<h3>A Dura Realidade<\/h3>\n<p>A realidade, atualmente, \u00e9 uma distopia que transforma-se em fatos ou em algo real, \u00e0 partir at\u00e9 da fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica ou<strong> intelig\u00eancia artificial<\/strong>. Desse modo, a necessidade de que cada indiv\u00edduo fa\u00e7a uma <strong>reflex\u00e3o<\/strong> e aceite que a sua realidade n\u00e3o \u00e9 a do outro, \u00e9 necess\u00e1ria.<\/p>\n<p>Inquestionavelmente, na era das redes sociais, sofremos um bombardeio de um mundo de ilus\u00f5es. Atualmente, as fronteiras entre realidade e<strong> fic\u00e7\u00e3o<\/strong> s\u00e3o como uma n\u00e9voa numa manh\u00e3 fria, enquanto o sol n\u00e3o surge.<\/p>\n<p>O fil\u00f3sofo Ren\u00e9 Descartes, em sua c\u00e9lebre frase, certamente nos alertou sobre a possibilidade de nossas sensa\u00e7\u00f5es nos enganarem. Analogamente, a ilus\u00e3o que vivemos online, onde a linha entre a verdade e a <strong>opini\u00e3o<\/strong> muitas vezes se torna t\u00eanue ou inexiste. Uma pessoa e, surpreendentemente, at\u00e9 grupos numerosos de indiv\u00edduos, acredita mais na realidade de outro, do que na sua pr\u00f3pria.<\/p>\n<p>Essa dura realidade pode, por exemplo, ter uma demonstra\u00e7\u00e3o que muitos podem confirmar. Um torcedor est\u00e1 na arquibancada do est\u00e1dio com um radinho no ouvido (agora \u00e9 <strong><em>smartphone<\/em><\/strong>). Ao seu lado, um amigo n\u00e3o escuta nenhuma narra\u00e7\u00e3o ou coment\u00e1rio. Ocorre um <strong>lance duvidoso<\/strong> dentro da \u00e1rea e, certamente, os dois que presenciaram o mesmo lance, ter\u00e3o opini\u00e3o diferente. \u00c9 prov\u00e1vel que, aquele que ouve o radinho reproduzir\u00e1 o coment\u00e1rio que o rep\u00f3rter de campo narrou.<\/p>\n<p>Triste realidade !<\/p>\n<h4>Sofrimento e Dor<\/h4>\n<p>A imagina\u00e7\u00e3o, segundo S\u00eaneca, \u00e9 fonte de grande sofrimento, e nas redes sociais, essa afirma\u00e7\u00e3o \u00e9, cada vez mais, presente. A constante exposi\u00e7\u00e3o a vidas aparentemente perfeitas e conquistas inating\u00edveis leva a uma <strong>insatisfa\u00e7\u00e3o<\/strong> crescente. Desse modo, gera-se dor e\u00a0 sofrimento que, na maioria dos casos, \u00e9 mais virtual do que real. Em outras palavras, o que antes era &#8220;<em>morrer de v\u00e9spera no Natal<\/em>&#8221; agora \u00e9 sofrer antes, durante e depois.<\/p>\n<p>Como se n\u00e3o bastasse, repito incansavelmente. a busca incessante por valida\u00e7\u00e3o e compara\u00e7\u00f5es criam uma <strong>realidade paralela<\/strong>. Com toda a certeza, estas realidades de um mundo paralelo sofrem distor\u00e7\u00f5es e individualiza\u00e7\u00f5es insanas.<\/p>\n<p>Se, por acaso, colocarmos a intelig\u00eancia em a\u00e7\u00e3o, como sugeriu S\u00eaneca, percebemos que a vida online nos afasta da realidade coletiva. A tend\u00eancia de retratar apenas os aspectos positivos e ideais cria somente <strong>narrativas enganadoras<\/strong>. Desse modo, obscurece-se as adversidades e desafios que todos enfrentamos parecem problemas que se resolver\u00e3o com ora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A m\u00e1xima de que &#8220;<em>muitos males nos s\u00e3o mais ben\u00e9ficos do que prejudiciais<\/em>&#8221; ganha for\u00e7a em tempos atuais. \u00c9 prov\u00e1vel que, quando confrontamos a<strong> artificialidade<\/strong> das redes sociais com a nossa realidade, ofendemos algu\u00e9m. \u00c0 medida que atuamos com autenticidade e sinceridade, ganhamos <em><strong>haters<\/strong><\/em>, dentre os adoradores de cren\u00e7as e mitos. Entretanto, escapamos e ajudamos outras pessoas a escapar das bolhas e narrativas de gente sem no\u00e7\u00e3o da vida real.<\/p>\n<h4>Sem Ju\u00edzo<\/h4>\n<p>Plat\u00e3o, ao descrever o mundo como uma sombra imperfeita da realidade, poderia, sem d\u00favida, se referir a esta era digital. Nas redes sociais, nos deparamos com vers\u00f5es ideais das pessoas e situa\u00e7\u00f5es, que n\u00e3o refletem a complexidade e detalhes das<strong> rela\u00e7\u00f5es humanas<\/strong>. A busca por uma realidade mais perfeita, ap\u00f3s<strong> filtros<\/strong> e edi\u00e7\u00f5es, afasta-nos cada vez mais da ess\u00eancia da exist\u00eancia coletiva.<\/p>\n<p>Friedrich Nietzsche, ao abordar o <strong>ju\u00edzo moral<\/strong> e <strong>religioso<\/strong>, lan\u00e7a, inegavelmente, luz sobre a polariza\u00e7\u00e3o que permeia as intera\u00e7\u00f5es nas redes sociais. A cren\u00e7a em realidades distintas, desde que bolhas ideol\u00f3gicas e algoritmos tomaram as r\u00e9deas, cria um terreno f\u00e9rtil para conflitos morais e religiosos. A virtualidade das intera\u00e7\u00f5es propicia a forma\u00e7\u00e3o de grupos extremamente individualistas e certamente egoc\u00eantricos. Por isso, termos como empatia e a compreens\u00e3o saem de campo e d\u00e3o lugar \u00e0 intoler\u00e2ncia e ao conflito.<\/p>\n<p>A dualidade entre a realidade e a virtualidade das redes sociais reflete-se de maneira expressiva nos conflitos morais contempor\u00e2neos. O compartilhamento seletivo de informa\u00e7\u00f5es, a dissemina\u00e7\u00e3o de<em> fake news<\/em> e a propaga\u00e7\u00e3o da <strong>polariza\u00e7\u00e3o<\/strong> acirram os embates est\u00e9reis. Sendo assim, a fragmenta\u00e7\u00e3o da coletividade e da coopera\u00e7\u00e3o ocorre no mundo digital, na fam\u00edlia, nos ambientes profissionais. A constru\u00e7\u00e3o de identidades virtuais se sobrep\u00f5e \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de pontes entre diferentes perspectivas. Por isso, comprovamos que o abismo entre indiv\u00edduos e grupos cresce em todos os setores que deveriam evoluir com o debate.<\/p>\n<h4>Real e Irreal<\/h4>\n<p>A realidade coletiva, que deveria ser um ponto de converg\u00eancia para o entendimento m\u00fatuo, est\u00e1 cada vez mais distante. A virtualidade das redes sociais propaga uma ilus\u00e3o de conex\u00e3o, enquanto, na pr\u00e1tica, refor\u00e7a a <strong>individualiza\u00e7\u00e3o<\/strong> e a polariza\u00e7\u00e3o. Como resultado, cria-se uma sociedade que valoriza a imagem em detrimento da autenticidade. Com efeito, isso agrada aos algoritmos e quem se locupleta deles,\u00a0 em vez de promover a compreens\u00e3o, a toler\u00e2ncia e a aceita\u00e7\u00e3o das diferen\u00e7as.<\/p>\n<p>Enfim, em um mundo onde a realidade virtual avan\u00e7a, \u00e9 imperativo questionarmos a validade e os impactos de nossas intera\u00e7\u00f5es online. A filosofia dos grandes pensadores, desde S\u00eaneca at\u00e9 Nietzsche, oferece um <strong>olhar cr\u00edtico<\/strong> sobre a natureza enganosa da experi\u00eancia virtual. Em suma, \u00e9 hora de repensarmos nossa rela\u00e7\u00e3o com as redes sociais e atuando n\u00e3o como meros compartilhadores, mas como ativistas. Devemos reconhecer que a verdadeira coletividade acontecer\u00e1 somente quando enfrentamos a realidade. Por isso, devemos deixar de lado as sombras imperfeitas que as redes sociais nos oferecem atrav\u00e9s de <strong>paralogistas<\/strong> e perfis falsos.<\/p>\n<p><strong>Amanh\u00e3 tem mais &#8230;<\/strong>&#8221;<\/p>\n<h5 data-sourcepos=\"61:1-61:210\">P. S.<\/h5>\n<p data-sourcepos=\"61:1-61:210\"><strong><sup>(*)<\/sup><\/strong> Com todo respeito a alguns poucos profissionais s\u00e9rios,\u00a0n\u00e3o existem fil\u00f3sofos de rede social, nem de Tik Tok ou de 280 caracteres.<\/p>\n<p data-sourcepos=\"61:1-61:210\"><strong><sup>(1<\/sup><\/strong><strong><sup>)<\/sup><\/strong>\u00a0&#8220;<a href=\"https:\/\/evandrooliveira.pro.br\/wp\/2023\/03\/31\/entre-sem-bater-nietzsche-monstros-ungeheuern\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Entre sem bater &#8211; Nietzsche &#8211; Monstros (Ungeheuem)<\/strong><\/a>&#8220;<\/p>\n<p data-sourcepos=\"61:1-61:210\"><strong><sup>(2<\/sup><\/strong><strong><sup>)<\/sup><\/strong>\u00a0&#8220;<a href=\"https:\/\/evandrooliveira.pro.br\/wp\/2023\/11\/02\/entre-sem-bater-nietzsche-a-morte\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Entre sem bater &#8211; Nietzsche &#8211; A Morte<\/strong><\/a>&#8220;<\/p>\n<p data-sourcepos=\"61:1-61:210\"><strong><sup>(<\/sup><\/strong><strong><sup>3)<\/sup><\/strong>\u00a0&#8220;<a href=\"https:\/\/evandrooliveira.pro.br\/wp\/2024\/02\/24\/entre-sem-bater-constituicao-de-uzupis-todo-mundo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Entre sem bater &#8211; Constitui\u00e7\u00e3o de <b>U\u017eupis<\/b> &#8211; Todo Mundo<\/strong><\/a>&#8220;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"gmail-aligncenter gmail-size-full gmail-wp-image-4082 aligncenter\" src=\"https:\/\/evandrooliveira.pro.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/barra.gif\" alt=\"\" width=\"467\" height=\"9\" \/><\/p>\n<p>Imagem: Entre sem Bater \u2013 Friedrich Nietzsche \u2013 <strong>A Dura Realidade<\/strong><strong>\u00a0\u00a0<\/strong><\/p>\n<h5><span style=\"font-size: 24px;\">Nota do Autor<\/span><\/h5>\n<p>Reitero, dentre outras, o pedido feito em muitos textos deste blog e presente na p\u00e1gina de &#8220;<a href=\"https:\/\/evandrooliveira.pro.br\/wp\/outras-licoes-advertencia-aos-leitores\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Advert\u00eancias<\/strong><\/a>&#8220;.<\/p>\n<ul>\n<li>Os textos de &#8220;Entre sem bater&#8221; s\u00e3o opinativos\/informativos, inquestionavelmente com o objetivo de estimular a reflex\u00e3o e o debate.<\/li>\n<li>Sugest\u00f5es, indica\u00e7\u00f5es de erro e outros, uma vez que tenham o prop\u00f3sito de melhorar o conte\u00fado, s\u00e3o importantes. Basta enviar e-mail para <strong><a href=\"mailto:pyxisbr@gmail.com\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">pyxis at gmail.com<\/a>,<\/strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/Prof.EvandroOliveira\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>p\u00e1gina do Facebook,<\/strong><\/a> associada a este Blog, ou perfil do <a href=\"https:\/\/twitter.com\/Evandro_Pyxis\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Twitter<\/strong><\/a>, <strong><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2023\/07\/06\/tech\/instagram-threads-app-explained\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Threads<\/a><\/strong>, <a href=\"https:\/\/www.kooapp.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Koo<\/strong><\/a><strong> etc.<\/strong><\/li>\n<li>Alguns textos sofreram revis\u00e3o, outros ainda apresentam erros (inclusive ortogr\u00e1ficos) e sofrer\u00e3o corre\u00e7\u00e3o \u00e0 medida que se tornam erros graves (inclusive hist\u00f3ricos).<\/li>\n<li>Algumas passagens e cita\u00e7\u00f5es podem parecer estranhas mas fazem parte ou referem-se a textos ainda in\u00e9ditos.<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Esconder da realidade \u00e9 simples, basta ver as coisas como se deseja e n\u00e3o como as outras pessoas querem que seja. A realidade n\u00e3o existe.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":26839,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1376,2179,69,39,2,5619,1112,279,5697,12,2954,3769,6877,5889,8381,3633,45,3767,1697,3534,280,3702],"tags":[5864,9376,2227,1748,9377,5763,9375,9380,5742,3898,9378,9379,5888,3325,7419,2348,9327,3501,6985,2362,6902,5761,5752,6850,4901,9374,2599,9342],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/evandrooliveira.pro.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26836"}],"collection":[{"href":"https:\/\/evandrooliveira.pro.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/evandrooliveira.pro.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/evandrooliveira.pro.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/evandrooliveira.pro.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26836"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/evandrooliveira.pro.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26836\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":26841,"href":"https:\/\/evandrooliveira.pro.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26836\/revisions\/26841"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/evandrooliveira.pro.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/26839"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/evandrooliveira.pro.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26836"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/evandrooliveira.pro.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26836"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/evandrooliveira.pro.br\/wp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26836"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}