Caquistocracia - Bolsonaro - 360 Graus

A Caquistocracia reina em Pindorama

Pindorama

Este país não pode dar certo“, vaticinou Tim Maia, se bem que se ele ainda fosse vivo, teria dezenas de outras coisas a acrescentar. É provável que o “Síndico” não imaginasse que daria tão errado, nem nas suas viagens mais psicodélicas de “Universo em Desencanto“. Tim Maia fazia referência a um país no qual prostituta se apaixonava, cafetão tinha ciúmes, traficante ficava viciado e, jabuticaba tupiniquim: pobre era de direita ( ver “O Pobre de Direita no Brasil“). Certamente, Tim Maia esqueceu de muita coisa, mas não sonhava que Pindorama seria, um dia, conduzido como uma Caquistocracia.

Caquistocracia

O uso de um termo pouco usual, é, com toda a certeza, muito difícil para a maioria das pessoas; as que não gostam de ler ficam com preguiça e alguns atribuem um certo pedantismo a quem escreve. Faz parte do script escrevermos textos acima de 280 caracteres e, eventualmente, colocarmos termos e referências que remetam o leitor a pensar ou buscar outras fontes de informação.

Caquistocracia nada mais é, conforme o “pai dos burros” da atualidade, do que um “sistema de governo onde os líderes são os piores, menos qualificados e/ou mais inescrupulosos cidadãos.

Assim sendo, e escrevendo desta forma, eliminamos os incultos e rudes bolsominions que habitam as redes sociais espalhando bobagens. A capacidade cognitiva destes que sustentam a nossa Caquistocracia não vai além do primeiro parágrafo.

Um Tempo no Coronavírus

Observo as redes sociais e fico mais em silêncio para alguns assuntos. Eventualmente, faço períodos sabáticos dependendo da editoria e das tretas que rolam nas redes sociais. Aqueles que possuem baixa capacidade cognitiva, como é o caso de bolsominions e morolovers arrependidos, não entendem de ironias e muito menos de indiretas.

Neste início de ano, voltei a escrever e publicar de acordo com a “manchete do dia”. A questão é o “mito” caquistocrata de plantão dando seu mergulho numa praia do litoral paulista e a horda de seguidores. A treta entre os opositores está na dúvida se estamos dando muita atenção para o diversionismo e nos esquecendo de outros assuntos.

IMNSHO, deveríamos ignorar e deixar a mídia dar palanque para déspotas genocidas plagiadores. As redes sociais não perdoam, o “mito” seguiu o roteiro de algum assessor dele (os que copiam atos de fascistas et caterva) e pagaram a claque para aglomerar numa praia. Desde que a Internet e as redes sociais viraram “moda”, as pessoas pesquisam e fazem comparações com o que de pior existiu na história das ditaduras. E aqui estamos nós, numa Caquistocracia que não fica em vertigem nem com Queiróz, “Rachadinha“, STF e tudo.

Caquistocracia em Desencanto

Desse modo, Tim Maia era o cara para colocar letras inteligentes, Universo em Desencanto tem um trecho lapidar:

A lição foi mal passada
Quem aprendeu não sabe nada
E o fim durou, e o fim durava
O que acabou não se acabava
A lição foi mal passada
Quem aprendeu não sabe nada
Disseram que sabiam das coisas mas,
No entanto não sabem de coisa nenhuma
Pura inconsciência

 

O cara fez o mesmo que Mussolini no auge de seu poderio e tirania, e a mídia, redes sociais e outros achando que tem que comentar, “subir hashtag” e outras ações pueris de teclado.

Vou dar uma dica, me poupem de tanta estultice e acordem; o Brasil está na contramão do planeta, é a República da Caquistocracia e a culpa disso é de vocês. E, ao mesmo tempo, outros países ficam impressionados como o povo brasileiro leva tudo na galhofa e brincadeira.

Em outras palavras, Caquistocracia é o que transformou-se Pindorama; Viva a Idade Média !

 

P. S. De acordo com o Manual de Conduta de Sanidade Mental, TODOS que acham normal um presidente da república oferecer Hidroxicloroquina para uma EMA, mostrando a caixinha, são PIORES do que o próprio. #FicaaDICA !

 

Imagem: Reprodução Blog 360 Graus

Nota do Autor

Reitero, dentre outras, o pedido feito em muitos textos deste blog e presente na página de “Advertências“.

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  • Algumas passagens e citações podem parecer estranhas mas fazem parte ou referenciam-se a textos ainda inéditos.

Agradeço a compreensão de todos e compreendo os que acham que escrevo coisas difíceis de entender, é parte do “jogo”.

 

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