Minions e a Síndrome de Estocolmo

Síndrome de Estocolmo em Pindorama

Aspectos Lúdicos

Em primeiro lugar, que me desculpem os profissionais da psiquiatria e policiais (que buscam traços de psicopatia em criminosos) mas estou fazendo poesia. Desse modo, vejam as referências à Síndrome de Estocolmo, como uma licença poética neste mundo de insanos.

Com toda a certeza, Minions e assemelhados não conseguem ler além desta seção, assim que o contador de letras ultrapassa os 280 caracteres eles apresentam fortes dores de cabeça.

Esta é uma tentativa de ser lúdico para explicar a certos grupos de personagens (sim, todos não passam de personagens), adoradores de um déspota genocida, o porquê deles adorarem o “mito”.

Não é fácil explicar a sociopatia coletiva para quem adora um déspota genocida com viés de psicopata.

Não existem jogos de empresas, pedagogia educacional e ações lúdicas que resolvam esta idiotia ( ver “Idiotia – Um Conceito que não Assimilamos ).

Síndrome de Estocolmo

Síndrome de Estocolmo, do original sueco Stockholmssyndromet, é caracterizada pelo comportamento de uma pessoa que tendo sofrido alguma intimidação ou violência, defende o agressor. O termo foi definido a partir de evento ocorrido no início dos anos 1970 em que as vítimas, mesmo depois do cárcere que foram submetidas, defendiam seus agressores.

Logo após ter sido criado este termo (Síndrome de Estocolmo) para um caso específico, psicólogos e psiquiatras expandiram até mesmo para sentimentos de amor, amizade e subserviência ante agressão constante. Agora imaginem pessoas fracas de cabeça, como são os Minions que adoram um Malvado Favorito sofrendo assédio por dois anos seguidos.

Não tem cura !

Síndrome de Estocolmo Tupiniquim

Neste contexto, vejo muitas pessoas mundo afora, especialmente depois da disseminação desenfreada de redes sociais rasteiras, comportando-se como zumbis.

Anteriormente, escrevi sobre estes seres, portadores da Síndrome de Estocolmo, enquanto coletivo completamente abduzido pelo malvado Favorito. Em “Os Bolsominions se Explicam” determinei, de forma genérica, o perfil psicológico destes seguidores de “malvadões”. Entretanto, não fiz distinção entre os abduzidos e a horda de desonestos que apontam dedinho sujo para todos os lados e não assumem o estrago que fizeram. Desse modo, respeito mais um bolsominion autêntico do que este povo que fica em cima do muro ou é “laranja”.

Verifico no comportamento dos usuários de redes sociais, nos ambientes profissionais e acadêmicos e vejo uma coisa em comum: o receio de perguntar e passarem atestado de tolos, quando na realidade demonstraram a pouca capacidade pensante. Os portadores da Síndrome de Estocolmo Tupiniquim não perguntam nada, tem resposta para tudo e a “culpa” “é dos esquerdopatas“.

De boas? Não tem nenhuma ação lúdica, pedagógica, educacional ou até mesmo de adestramento, que dê  jeito nesse povo. Nem desenhando eles viram gente.

Enfim, estes adoradores do malvado favorito genocida nos trouxeram até aqui, se o “malvadão” não for contido, este povo vai continuar achando que estão sendo corretos.

Definitivamente, este país não podia dar certo,

Malvado Favorito

O “malvadão” mente descaradamente sobre ter sido cerceado nas ações que deveria ter tomado. É vergonhosa a atitude dele para com os Sinistros que se submetem à insanidade dele. A mentira dele sobre a ação do STF é desmascarada completamente por lei que ele assinou com Moro e Mandetta ( Lei Nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020 ).

A Lei é clara, o Malvado Favorito não fez o que deveria fazer e, pior, ainda vai a público para colocar seus robôs de redes sociais reproduzindo mentiras. O Twitter reconheceu que ele mentiu em uma postagem ( na realidade o filho dele ! ) e a plataforma mantém a mentira.

Locupletemo-nos todos na mentira da rede social que abriga perfis falsos de personagens falsos.

Enquanto o malvado Favorito briga com STF, com Câmara de Deputados e Senado, pensado na eleição destas casas, brasileiros morrem por falta de oxigênio.

E ainda tem brasileiro que defende o sujeito e não admite que isto é genocídio.

Afinal, qual é o limite para estes portadores da Síndrome de Estocolmo ?

Quantas vidas são necessárias para se definir um genocida e para que seguidores deste crápula desumano acordarem?

Saiam de suas sacadas com estas panelas e corram riscos verdadeiros, ou o preço a ser pago será muito maior do que aquele que já estamos pagando !

É VERDADE

Espaço destinado a verdades em Pindorama que se contar, ninguém acredita e, provavelmente, não serão notícias boas. Será feita ao menos uma indicação por texto e, eventualmente, mais de uma poderá ser publicada.

 

Imagem: Reprodução Internet

Nota do Autor

Reitero, dentre outras, o pedido feito em muitos textos deste blog e presente na página de “Advertências“.

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Agradeço a compreensão de todos e compreendo os que acham que escrevo coisas difíceis de entender, é parte do “jogo”.

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